@PauloOfficial_

sábado, 1 de junho de 2013

Pedregulhos comprovam passagem de água em Marte, diz estudo

Cientistas agora têm provas definitivas de que muitas das paisagens observadas em marte foram, de fato, atravessadas por cursos d'água.

Há tempos já se acreditava que os vales, canais e deltas vistos da órbita eram obra da erosão provocada pela água, e o jipe-robô Curiosity, da Nasa, acaba de oferecer 'provas de solo' disso.

Pesquisadores relatam que sua observação de pedregulhos arredondados no solo da cratera de 150 km Gale, no Planeta Vermelho.

Sua aparência suave é idêntica à de cascalhos encontrados em rios da Terra.

Fragmentos de rocha que se chocam pelo leito de um curso d'água perdem suas arestas; e quando esses pedregulhos se acomodam, costumam se alinhar de forma sobreposta.

O jipe-robô Curiosity observou isso em diversas áreas na base da cratera Gale.

É uma confirmação de que a água teve um papel em esculpir não apenas a cratera, mas muitas das outras formas geográficas vistas no planeta.

Remanescentes

Ao longo de décadas, especulamos que a superfície de Marte teria sido esculpida pela água, mas esta é a primeira vez em que podemos ver os remanescentes de um fluxo (d'água)', diz à BBC News Rebecca Williams, do Planetary Science Institute, nos EUA.

A Nasa anunciou a descoberta dos pedregulhos em setembro do ano passado, apenas sete semanas depois de o Cusiosity ter aterrissado em Gale.

Desde então, pesquisadores têm estudado os detalhes das fotos feitas pelos robôs. Agora, escreveram um artigo na revista cientítica Science - o primeiro documento acadêmico publicado sobre a missão - reforçando essa tese inicial.

O artigo descreve a natureza da área e estima as prováveis condições em que seus sedimentos se acumularam.

Os pedregulhos têm cerca de 40mm de diâmetro - grandes demais para terem sido levados pelo vento.

Em muitos lugares, eles se encostam, e fotos mostram arranjos de pedregulhos alongados empilhados como em uma fileira de dominós derrubados - um clássico sinal de que ali houve atividade fluvial.

Bilhões de anos

Não é possível determinar com precisão a data das formações geográficas de Marte, mas as rochas vistas pelo Curiosity provavelmente têm mais de 3 bilhões de anos.

As fotos do jipe-robô permitiram aos pesquisadores entender a velocidade e a profundidade da água que um dia passou pela cratera.

'Estimamos que a velocidade do fluxo era semelhante à de uma caminhada. Não é algo que podemos reconstruir com absoluta certeza, mas nos dá uma ideia geral', explica Sanjeev Gupta, do Imperial College, em Londres.

'Também podemos dizer que a profundidade da água variava entre a altura de um tornozelo à de uma cintura. É a primeira vez que podemos quantificar isso (em Marte), algo rotineiro na Terra.'

Os pedregulhos têm tonalidades escuras ou claras - mais um indicativo de que erodiram de diferentes tipos de rocha e foram transportados de locais diferentes.

Usando um sensor remoto, o jipe-robô detectou, nas pedras mais claras, vestígios de feldspato - mineral comum na Terra e que se deteriora na presença de água. Isso sugere que as condições antes observadas em Marte não eram extremamente úmidas e que os pedregulhos foram levados por uma distância pequena, talvez 10 a 15 km.

Isso condiz com observações de satélites sobre o que parecia ser uma rede de antigos rios ou córregos ao norte de Gale.

O Curiosity deve retornar nas próximas semanas rumo ao Monte Sharp, no centro da cratera. A expectativa dos cientistas é de que, no caminho, o jipe-robô passe por cenários semelhantes de rochas e tire novas fotos - agora, com resolução ainda melhor, que traga ainda mais detalhes dessas formações.

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sexta-feira, 31 de maio de 2013

As Luzes Fantasmagóricas de Brown Mountain

Misteriosas luzes aparecem e uma montanha. A lenda diz ser as almas de mulheres procurando os maridos mortos. Os cientistas, apesar de muita análise, ainda não tem uma resposta conclusiva para o fenômeno.


A Brown Mountain é uma longa cadeia de montanhas na Floresta Nacional de Pisgah, na fronteira dos municípios de Burke e Caldwell, Carolina do Norte. No decorrer do século passado, ela se tornou internacionalmente famosa por suas "Luzes Fantasmagóricas". De acordo com a lenda local, os índios Cherokee e Catawba travaram uma batalha feroz na cadeia montanhosa, em alguma ocasião por volta do ano 1200. Diz-se que os guerreiros marcharam para a batalha de maneira cerimoniosa, com tochas em chamas. Quando a luta terminou, as mulheres em luto aventuravam-se à noite na cadeia montanhosa, também à luz de tochas , em busca de seus amados mortos. Logo depois do evento, as luzes começaram a aparecer na montanha. A população sempre pensou que os brilhos estranhos na Brown Mountain fossem causados por espíritos errantes dos índios, com suas tochas ainda queimando.

A Cadeia é um lugar escarpado e traiçoeiro para se aventurar. Partes dela são marcadas por trilhas perigosas e rochosas. Elas podem ser atravessadas a pé, a cavalo ou com veículos para todos os terrenos. Ela também é uma reserva de ursos-pretos e serpentes mortais, que fazem lares confortáveis entre as placas de granito. Por ser tão inconveniente alcançar e explorar o local, as luzes normalmente são observadas a uma distância de vários quilômetros. A essa distância, elas ainda podem ser vistas bem brilhantes, mas as descrições variam.

Os pontos luminosos são geralmente "bolas de luz", que podem ser de praticamente de qualquer cor. No entanto, elas são com mais frequência brancas, laranja, amarelas ou vermelhas. Sua aparição é espontânea e imprevisivel. Você pode observar as montanhas por semanas e não ver nenhuma. Então, de maneira sensacional, elas aparecem. Você pode ver uma luz que fica no meio da cadeia montanhosa por um minuto. Ela pode aumentar o brilho por alguns segundos, depois diminuir por outros poucos, então aumentar o brilho de novo, e assim por diante. Quando fazem isso, são mais frequêntemente vermelhas na montanha, ficando brancas quando aumentam o brilho. Você pode também ver a atividade mais estranha de todas: a luz começa a se mover-dançar um pouco pela região... e então se dividir em três ou quatro luzes menores, cada uma aparecendo em uma espécie de órbita em volta das outras. Em seguida, as luzes podem se alinhar e se mover pelas montanhas, do mesmo jeito que almas andam com tochas. Essa linha fantasma vagueia pelo topo da cadeia montanhosa e some, ou algumas vezes apenas chega a um ponto onde diminui de intensidade e torna-se uma luz vaga e dispersa.

As Luzes de Borwn Mountain têm desconcertado cientistas. Elas foram investigadas pelo menos três vezes pelo governo dos Estados Unidos, duas vezes pela Geological Survey e uma vez pelo Weather Service. Até o instituto Smithsonian, em Washington ,D.C., enviou um grupo de pesquisadores, começando nos anos 70, a ORION (Oak Ridge Isochronous Observation Network- Rede de observação Nacional de Oak Ridge), uma equipe de cientistas do Laboratório Nacional de Oak Ridge, passou uma década acampando na montanha e realizndo uma vasta quantidade de experimentos. Pesquisadore testaram a possibilidade de gases naturais, miragens, plasmas e outros suspeitos típicos. No entanto, em nenhum caso uma explicação possível foi comprovada. Para muitos, isso aumentou a possibilidade de se tratar de atividade extraterrestre, manifestações de fantasmas ou outros fenômenos esotéricos.

O fenômeno também inspirou uma porção de mentes criativas. Eles são base de um grande sucesso do gênero "bluegrass", a canção "Bown Mountain Lights", lançada na década de 60. As luzes são retradas em várias obras de ficção e não ficção, tais como o romance de Andy Anderson, Kill One, Kill Two, e foram até mesmo a base para um episódio de 1999 da série de televisão Arquivo X.



quinta-feira, 30 de maio de 2013

Os Verdadeiros Monstros Marinhos - Parte 01

Quem nunca imaginou criaturas marinhas capazes de destruir embarcações, como as gigantescas serpentes marinhas que assombram os marinheiros em certas partes do mundo?


Quem nunca imaginou criaturas marinhas capazes de destruir embarcações, como as gigantescas serpentes marinhas que assombram os marinheiros em certas partes do mundo? Ou de pessoas que alegam ter visto enormes criaturas de longo pescoços para fora d’água, como o mostro do lago Ness?

Super predadores:

Há milhões de anos atrás no nosso planeta, criaturas ainda mais terríveis dominavam os oceanos. Umas delas, com mais de 15 metros!O terrível Liupleurodon ferox, nem mesmo os Grandes Tubarões Brancos tinham chance com seu crânio de quase 3 metros!


Acima: Representação de como seria em vida o liupleurodon.Abaixo: Mulherem comparação ao Liupleurodon.


Nem mesmo o maior predador terrestre, o Giganotosaurus, teria tido alguma chance.
Mas fiquem despreocupados, pra nossa sorte e das baleias, essa espécie sumiu há 150 milhões de anos atrás...

Répteis semelhantes a peixes:



Esqueleto de um Shonisaurus.

Nos mares do período Jurássico, havia uma espécie bastante bizarra de répteis, os ictiossauros, ou “lagartos peixes”. O maior ictiossauro foi o Shonisaurus, um verdadeiro gigante com 15 metros de comprimento e pesando 40 toneladas. A quem diga que este fosse ainda maior.

E também o Ophtalmosaurus, chamado assim por ter grandes órbitas oculares, viveu no Jurássico, e vivia sempre em fugas de grandes predadores como os tubarões e também os Liupleurodons.


Ningen, a Criatura Humanóide da Antártica



Estranhos rumores têm circulado no Japão sobre a existência de gigantescas formas de vida humanóides habitando as águas geladas da Antártida.


É um fato conhecido que, mesmo neses tempos de tecnologia e pós-modernidade, as profundezas dos oceanos da Terra escondem mistérios que jamais foram contemplados pelo homem, especialmente, estranhas formas de vida que ali possuem seu habitat.

Esses rumores tiveram início no Japão na década de 1990, quando os homens do mar começaram a falar de uma forma absolutamente desconhecida de vida; os Ningen.

Em japonês, Ningen significa "humano", e foi assim que os pescadores dos Pacífico o apelidaram depois de alguns avistamentos desse ser colossal. Se os pescadores ficaram espantadores com o tamanho do Ningen, mais ainda se surpreenderam com sua aparência: uma forma muito simiular a nossa.

Os Ningen são descritos, e foram fotografados, como sendo criaturas de cor branca, e seu comprimento é estimado em 20 a 30 metros. As testemunhas reconhecem nesse ser uma semelhança com a forma humana, pois ele possui cabeça, tronco e membros semelhantes a pernas e braços, e mãos com cinco dedos.

Alguns perceberam barbatanas e acham que as pretensas pernas são, na verdade, uma forma de cauda, semelhante a de uma sereia. Mas os Ningen também possuem traços faciais, olhos e boca humanóides.

Os avistamentos aconteceram não apenas no Pacífico, mas nas águas dos mares da Antártida e do Atlântico. Segundo parece, essas criaturas são noturnas, mas também já foram avistadas durante o dia. Tudo indica que são habitantes de águas geladas.

Um dos primeiros relatos sobre o Ningen apareceu em um fórum popular da Internet japonesa conhecido como Canal 2. A testemunha anônima, enviou uma postagem onde narrava que, enquanto trabalhava em uma equipe de pesca, um baleeiro de pesquisa do governo, uma dessas criaturas emergiu das profundezas.

A equipe do baleeiro se reuniu no convés para ver o que se passava. Inicialmente, pensaram que se tratava de um submarino, mas logo se tornou evidente que aquilo não se tratava de uma máquina, mas era uma forma de vida, um gigante que respirava. Esse ser, que naquele momento foi considerado uma anomalia biológica, submergiu logo depois.

A equipe conseguiu fazer uma série de fotos do monstro desconhecido, porém, essas imagens teriam sido censuradas por autoridades japonesas. Porem, uma vez colocada na Internet, a informação espalhou-se, ganhou o mundo, e assim nasceu uma nova lenda urbana, a lenda do Ningen. Em novembro de 2007, a história e algumas fotos apareceram em uma revista japonesa, a "Mu", que é dedicada a fatos paranormais e coisas insólitas.

O artigo sobre o Ningen foi um sucesso. A partir daí, começaram a aparecer numerosos relatos sobre avistamentos dessas criaturas, assim como fotos e vídeos. Todo esse material não foi considerado pelos cientistas como prova suficiente da existência desse ser. Porém muitos acreditam que o governo japonês está investigando, sigilosamente, a veracidade dos fatos.

Quem os viu, dizem que esses gigantes brancos emitem um som semelhante a um longo lamento, e também que podem andar sobre dois pés e caminhar em terra firme.

Os especialistas acreditam que a ciência conhece apenas 20% das criaturas que vivem nos oceanos do mundo. Por isso, é mais do que provável, é praticamente certo que existam muitas espécies que ninguém jamais viu. Especialmente nos mares gelados, onde a presença humana é rara.

Sendo assim, não é nada de extraordinário que a humanidade venha a depara-se, eventualmente, com seres vivos que parecem ter saído de um pesadelo.

Olha, eu não queria ver o Ningen, não... Deus me livre!


Globsters

Imagine encontrar encalhado nas areias da praia um "animal" gigantesco, sem corpo definido, órgãos ou ossos, e a única coisa dentro do seu corpo ser uma espécie de gelatina? Este "animal" existe e tem até um nome: Globster.

Globster: termo cunhado por Ivan T. Sanderson, em 1962, para descrever uma carcaça disforme encontrada na Tasmânia de 1960. São massas grandes encalhadas em praias, de difícil identificação. Existem registros de globsters encontrados centenas de anos atrás por pescadores que os chamavam de "monstros marinhos". Os globsters também são chamados de Blob.


Explicações possíveis

Muitos defendem que os globsters nada mais são do que a carcaça de gigantescas baleias. E faz muito sentido a hipótese. O corpo das baleias é totalmente recoberto por colágeno, uma fibra tão forte quanto aço. Nas baleias sua pele feita de colágeno chega a ter 30 cm de espessura para sustentar a enorme pressão da água sobre seus corpos, que vão até 3.000 metros abaixo do nível do mar. Quando a baleia morre, ela boia e predadores uma hora vão conseguir romper os 30 centímetros de colágeno para comer as entranhas do mamífero. Com a força da gravidade, os ossos vão com o tempo escorrer por ela e sair do corpo. Assim fica flutuando nas águas o corpo da baleia sem entranhas e ossos, e as ondas do mar vão o castigando, assim como as rochas onde ele vai se chocando, fazendo parecer que ganhou pelos e apêndices. Quando esta carcaça encalha nas areias, ele vai ser muito semelhante a um globster.

Outra hipótese é que sejam a carcaça do tubarão Megalodonte, extinto oficialmente a 1.5 milhões de anos atrás. Lembrando que os cientistas já encontraram peixes que eram para estar extintos, como o Celacanto.

Muitos globsters são polvos, lulas ou cachalotes.

Existem vários globsters famosos, que você conhecerá nas fotos abaixo:





Provas da existência de Seres Humanos Gigantes

"Ora, naquele tempo havia gigantes na Terra;..." Genêsis 6:4. Citações bíblicas indicam a existência de Gigantes na Terra. Registros fósseis também confirmam isso. Então existiram mesmo gigantes em nosso planeta?

Registros Fósseis
Em vários lugares foram encontrados dezenas de fósseis, incluindo pegadas, que comprovam a existência de raças de homens gigantes. Como a que há nos arredores do Rio Paluxy, no Texas, EUA, que seria de uma mulher que possuía cerca de 3,05 m de altura e cerca de 454 kg de peso, ou o gigante fossilizado de 3,65 metros, que foi desenterrado durante uma operação mineira em County Antrim, Irlanda, ainda no século 19. Também no final dos anos 50 durante a construção de uma estrada no sudeste da Turquia, em Homs e Uran-Zohra no Vale do Eufrates, região próxima de onde viveu Noé após o dilúvio, foram encontradas várias tumbas de gigantes. Elas tinham 4 metros de comprimento, e dentro de duas estavam ossos da coxa (fêmur humano) medindo cerca de 120 centímetros de comprimento. Calcula-se que esse humano tinha uma altura de aproximadamente 4 metros e pés de 53 centímetros. Uma cópia do osso está sendo comercializada pelo Mt. Blanco Fóssil Museum na cidade de Crosbyton, Texas, EUA.

Mas a pergunta que não quer calar é: Por que essas descobertas não são divulgadas?

É muito simples: Tudo aquilo que não se encaixa na teoria evolucionista e funciona de alguma maneira para comprovar a veracidade bíblica é descartado. Primeiro, o que eles não puderem explicar vão tentar esconder, depois afirmar que é uma anomalia, e por último se calar e tentar calar a quantos puderem. O evolucionismo não explica satisfatoriamente a complexidade dos seres vivos. A biologia molecular e a biologia celular revelam mecanismos cuja origem os darwinistas nem se atrevem a tentar explicar.

Veja Algumas Imagens que Comprovaram a Existência de Gigantes ...














Criatura estranha encontrada em lago intriga moradores de cidade no Panamá

'ET' foi morto por adolescentes entre 14 e 16 anos em Cerro Azul. Pesquisadores investigam criatura, não catalogada como animal.


Uma estranha criatura intriga a população de uma cidade do Panamá. Morto por cinco adolescentes em um lago de Cerro Azul, o ser não identificado é apontado como extraterrestre, mas pode ser apenas um animal ainda não catalogado pelos biólogos ou com problemas de formação.

Segundo jornais panamenhos, cinco adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água.




A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um "ET" por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem "Gollum", da trilogia "O senhor dos anéis".

Ouvido pela rede de jornalismo Telemetro, o especialista em vida silvestre do órgão nacional de meio ambiente Melquiades Ramos disse que o caso está sendo investigado e que as características da criatura são "muito peculiares".

foi encontrado no local um animal sem cabeça, que seria um bicho-preguiça. Ainda não se sabe se há alguma relação com o caso do ser encontrado no fim de semana.