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sábado, 27 de julho de 2013

UE e China resolvem disputa comercial sobre painéis solares

A China e a União Europeia solucionaram neste sábado, 27, aquela que era sua maior disputa comercial, com um acordo que regula a importação de painéis solares chineses e evita uma guerra mais acirrada que vai dos vinhos ao aço.

Após seis semanas de conversas, o negociador-chefe da UE e sua contraparte chinesa selaram o acordo por telefone, estabelecendo um preço mínimo pelos painéis da China, mais próximos dos preços de mercado.

Fabricantes de painéis solares europeus acusam a China de se beneficiar dos enormes subsídios estatais, que lhe permitiu exportar para a Europa produtos de baixo custo no valor de € 21 bilhões (cerca de US$ 28 bilhões), tirando empresas europeias do negócio.

Outras indústrias europeias que acusaram a China de "dumping" tiveram que lidar com importações de cerca de € 1 bilhão (US$ 3,45 bilhões) por ano.

A Europa planejava impor tarifas pesadas a partir de 6 de agosto, mas, receosa de ofender os líderes chineses e perder negócios na segunda maior economia do mundo, uma maioria de governos da UE, encabeçados pela Alemanha, opôs-se ao plano, que levou ao acordo com concessões.

"Encontramos uma solução amigável", disse Karel De Gucht, Comissário de Comércio da UE. "Estou satisfeito com a oferta de estabelecimento de preço submetida pelos exportadores de painéis solares chineses", declarou, referindo-se ao preço mínimo para as importações vindas da China.

Shen Danyang, porta-voz do Ministério do Comércio da China, deu as boas-vindas ao acordo, saudando um "desfecho positivo e altamente construtivo".

Avanço do desemprego não é motivo para alarme, diz Gleisi

Contrariado com avaliações pessimistas sobre o mercado de trabalho, após o mês de junho registrar uma alta na taxa de desemprego, para 6%, o governo federal entrou em campo para rebater cenários negativos.

"O governo não está alarmado com o número do desemprego. Temos uma situação de empregabilidade boa no país e pleno emprego em muitas regiões brasileiras", disse a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann.

A titular da pasta afirmou que, diante da desaceleração da economia, "o emprego pode não avançar em ritmo mais acelerado, mas continuará com um bom saldo positivo e sobre uma base alta".

Gleisi lançou mão de planilhas oficiais para mostrar que a taxa média de desemprego no primeiro semestre de 2003 era de 12,2%, taxa que seguiu em queda nos anos seguintes e chegou a 5,7% nos primeiros seis meses deste ano.

Anteontem, o IBGE divulgou que a taxa de desemprego nas seis maiores regiões metropolitanas do país subiu de 5,8% em maio para 6% no mês passado. O percentual ficou acima do resultado de junho de 2012 (5,9%) e interrompeu uma sequencia de quase quatro anos de redução contínua do desemprego.


Os dados do mercado de trabalho foram vistos pelo mercado como mais um sinal ruim da economia nacional.

"Os números provam que não há motivo para alarme e que o resultado reproduziu um desempenho sazonal", disse Gleisi.

Em junho de 2009, a taxa de desemprego era de 8,1%. No mesmo mês de 2010, recuou para 7%. Em junho de 2011, primeiro ano de Dilma Rousseff na Presidência da República, a taxa ficou em 6,2%, chegou a 5,9% no ano seguinte e subiu para 6% no mês passado.

Para analistas, o fraco crescimento da economia já está interferindo no mercado de trabalho. Desde fevereiro, a ocupação cresce em ritmo inferior ao registrado no ano passado.

"Com um cenário tão adverso para tantas economias ao redor do mundo, fechamos o primeiro semestre em 5,7%. Isso é motivo para alarme?", questionou a ministra.

Biomassa tem potencial para diversificar matriz energética

Rico em fontes de geração de energia por meio da biomassa, Brasil ainda carece de investimentos e tecnologias para desenvolver o setor.

A demanda mundial por energias renováveis aumentou no último ano, e quase metade do consumo foi atendido por fontes de biomassa tradicional, como combustão direta de madeira, carvão vegetal, resíduos agrícolas, entre outros. Estudo divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma) em parceria com a Escola de Administração e Finanças de Frankfurt indicou que foram investidos 244 milhões de dólares em energias renováveis no mundo em 2012. Países em desenvolvimento, como China, Brasil e países africanos, são citados como destaque nos investimentos e na geração de empregos no setor.

O Brasil se destaca mundialmente pela geração de energia renovável, principalmente devido à energia hidroelétrica, que responde por mais de 64% da produção nacional. Já a energia de biomassa corresponde a apenas 8% do total, ficando atrás ainda do gás e do petróleo, que, juntos, representam quase 16% da matriz energética.

Especialistas defendem que é preciso investir em tecnologias para diversificar o aproveitamento de resíduos da biomassa no país. A adoção deste tipo de energia ajuda a reduzir a pressão sobre as fontes tradicionais e também oferece um destino sustentável para resíduos agropecuários e urbanos.

Os setores sucroalcooleiro e de papel e celulose são os que melhor aproveitam os resíduos de biomassa, segundo Suani Teixeira Coelho, coordenadora Centro Nacional de Referência em Biomassa (Cenbio). "Eles conseguem aproveitar quase 100% dos resíduos gerados. Já nos setores madeireiro e de resíduos sólidos urbanos, ainda há muito potencial para expandir", comenta a pesquisadora.

Bagaço da cana

A principal fonte de energia através de resíduos da biomassa no Brasil é a cana-de-açúcar. De cada tonelada do produto, 250 kg é bagaco e outros 204 kg, palha e pontas. Tudo pode ser reaproveitado para geração de energia elétrica. "Em São Paulo, toda a colheita precisará ser mecânica a partir de 2014. Isto significa que deve ser aproveitado aproximadamente 98% da casca e folha, e a produção de energia deve aumentar entre 40% e 50%", destaca o vice-presidente da Associação da Indústria de Cogeração de Energia (Cogen), Leonardo Calabró.

Segundo a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a energia elétrica gerada pelas usinas beneficiadoras da planta é suficiente para atender a toda a demanda da produção de etanol e açúcar durante a safra. Das 370 usinas existentes, 160 também fornecem energia para o Sistema Interligado Nacional (SIN). Juntas, elas levaram à rede 1.381 Megawatts (MW) médios em 2012, o que corresponde, por exemplo, a 45% do consumo de energia da cidade de São Paulo. A capacidade instalada dos resíduos da cana hoje é de 8.974 MW, ou 6,77% da produção nacional.

O Plano Decenal de Expansão de Energia do Ministério de Minas e Energia indica que, até 2021, o setor poderá oferecer ao SIN 10 Gigawatts (GW) médios, se todo o bagaço produzido for aproveitado. "Para estimular este incremento, tem que dobrar a produção e precisa de uma política setorial de longo prazo. Quando as primeiras usinas foram montadas, há 30/40 anos, elas foram equipadas com caldeiras de baixa pressão. Para ampliar a oferta de energia, é preciso trocar estes equipamentos", afirma Zilmar José de Souza, gerente de Bioeletricidade da Unica.

Expansão esbarra na falta de incentivo

Apesar de o Brasil ocupar uma posição de destaque mundial na geração de bioenergia, o país ainda está aquém de outras nações no que diz respeito ao aproveitamento dos resíduos da biomassa. "É necessário fazer muitas inovações neste setor, para garantir eficiência na geração", explica o pesquisador da Embrapa Agroenergia José Dilcio Rocha.

De acordo com um estudo desenvolvido pelo Cenbio a pedido do governo alemão, o Brasil contava com 7.005.125 hectares de área plantada, em 2012. No documento com os resultados preliminares, apresentado em Berlim, em julho, os cientistas destacam que a produção de paletes (biomassa compactada), por exemplo, é incipiente e atinge a apenas 25% da capacidade total de produção.

O cenário de outras fontes energéticas, como a casca de arroz, é parecido. Hoje, existem no país nove usinas que transformam o resíduo em energia. Juntas, elas geram 36,4 MW de potência, ou seja, 0,03% da produção nacional. Coelho comenta que, se toda a capacidade instalada existente no Brasil fosse aproveitada, seria possível produzir cerca de 200 MW de potência.

Para a pesquisadora, isso só pode ser atingido com uma política de governo que amplie os investimentos e incentive a adoção de fontes alternativas de geração de energia por meio de biomassa. Ela sugere introduzir novas tecnologias e aumentar as ofertas de leilões específicos para este tipo de energia. Rocha ressalta ainda que, se implementar novos processos, a indústria pode ampliar a produção e também agregar valor aos resíduos agrícolas, agroindustriais e agroflorestais.

Americano é atacado por urso polar em parque no Canadá

O americano Matt Dyer, que acampava em um parque no Canadá, ficou seriamente ferido depois de ser atacado por um urso polar, informou a assessoria do Hospital Geral de Montreal neste sábado.

Dyer, um advogado de Lewiston, no Maine, foi atacado no Parque Nacional das Montanhas Torngat na última quarta-feira. Ele continua em estado crítico, de acordo com o hospital.

"Sua mulher, que está ao seu lado, disse que ele está melhorando e recebeu muita atenção, que deve ajudá-lo a continuar vivo", acrescentou o hospital.

Multinacionais reclamam de economia fraca do Brasil, manifestações e câmbio

O aumento do consumo dos brasileiros perdeu a vez nos resultados das multinacionais que atuam no país e deu lugar a queixas sobre baixo crescimento econômico, inflação, depreciação cambial e os impactos dos protestos nas vendas de junho.

País eleva receitas de agronegócio e tecnologia

As reclamações sobre o Brasil marcam o tom dos balanços do segundo trimestre e das entrevistas a analistas de gigantes como Coca-Cola, Electrolux, Whirlpool, Unilever e Lexmark. Muito diferente dos anos anteriores, quando o gasto crescente dos brasileiros era comemorado.

Até o empresário Eike Batista foi citado: a derrocada de seu conglomerado afetou o lucro líquido da norte-americana General Electric. A empresa registrou uma baixa contábil de US$ 108 milhões no balanço do segundo trimestre por causa de um investimento de US$ 300 milhões feito no grupo EBX.
queixas

A Coca-Cola, cuja taxa de aumento de vendas na América Latina caiu pela metade entre o primeiro e o segundo trimestre (de 4% para 2%), citou "desafios macroeconômicos" nos principais mercados -lê-se Brasil e México-, como nível de endividamento, inflação e protestos no país.



"A taxa de crescimento da indústria de bebidas está de 1,5 a 2 pontos percentuais abaixo da média dos últimos quatro anos na América Latina", disse Muhtar Kent, presidente da Coca, durante teleconferência com analistas.

A desaceleração do setor afetou também a Ingredion, fornecedora de insumos para os fabricantes de bebidas.

"A economia brasileira está, de certa forma, estagnada e as nossas vendas para a indústria de cerveja continuam fracas", disse Ilene Gordon, presidente da Ingredion.

Em companhias com custos em dólares, a depreciação cambial afetou os balanços. "Nossos resultados foram impactados por aumento de custos. A valorização do dólar ante o real tornou matérias-primas mais caras", afirmou a analistas Keith McLoughlin, presidente da Electrolux.

A rival Whirlpool, dona da Brastemp, reduziu a sua estimativa de crescimento para o setor. "Vimos uma desaceleração da indústria, principalmente em junho devido aos protestos no Brasil.
Então decidimos reduzir nossa expectativa para a demanda na região", disse Jeff Fettig, presidente da empresa.

A maioria dos problemas, no entanto, não é exclusiva do Brasil. A desaceleração no consumo é destacada em vários países emergentes. Por outro lado, as multinacionais comemoram a recuperação dos Estados Unidos.

Cachoeira e cavernas do Brasil são Ótimas opções de aventura ecológica

Local ainda pouco explorado mantém natureza preservada.
Vida selvagem e formações rochosas atraem turistas e pesquisadores.



O município de Brasil Novo, no sudeste do Pará, é conhecido pelas cachoeiras, corredeiras, cavernas e grutas que atraem turistas em busca de aventura em novos destinos. Pesquisadores também procuram o lugar, que ainda mantém sua flora, fauna e formações rochosas preservadas da ação do homem.

A cidade se formou nas margens da BR-230, mais conhecida como Transamazônica. Os viajantes que trafegam diariamente pela rodovia, projetada na década de 1970 para integrar a região norte ao resto do Brasil, não imaginam as belezas naturais que se escondem nas suas vicinais.


Cachoeira Planaltina
A cachoeira Planaltina é uma das que mais se destacam na região graças às suas águas em tom esverdeado, que descem em uma queda de cerca de 30 metros, formando um lago que refresca os visitantes durante o verão amazônico. Para ter acesso à área, que fica a 10 km da sede de Brasil Novo, é necessário seguir pela BR-230 e entrar na vicinal 15. O tempo gasto para fazer o percurso é de 15 minutos e pode ser feito com o auxílio de mototaxistas, que cobram R$ 30 por ida e volta.

CHRIS BROWN CUSTOMIZA LAMBORGHINI AVENTADOR COM ESTAMPA DE TÊNIS

Rapper pagou o equivalente a R$ 33 mil para ter superesportivo da mesma cor do seus calçados


Já vimos por aqui desde pinturas de mudam de cor até customizações baseadas em filmes, séries e histórias em quadrinhos. Mas o rapper Chris Brown superou os limiares da criatividade e encomedou uma Lamborghini Aventador customizada a partir de um...modelo de tênis.


O cantor desembolsou nada menos do que US$ 15 mil, ou seja, mais de RS$ 33 mil para customizar o esportivo de acordo com o design de um de seus modelos de tênis preferidos da Nike, o Nike Air Foamposite Camo. Ele encomendou a pintura especial ao JC Customz, na cidade de Bellflower, na Califórnia, e em quatro semanas o muscle car se juntou a sua coleção.

O preço de tabela do veículo italiano no Brasil é R$ 2,99 milhões, na versão LP 7004. Sob o capô, esconde um motor 6.5 litros capaz de despejar 700 cv de potência, com um câmbio automático de sete velocidades.